Resíduos Sólidos, um problema sem solução?

Visite nosso workshop no dia 14/10 para ver as nossas sugestões e debates sobre o tema

É assim que a cidade do Rock trata seu lixo.

É esta a imagem que o mundo tem do nosso país, mas não apenas por uma questão de imagem, mas sim de consciência, será que é certo tratar o nosso lixo assim? Onde está a dignidade destes trabalhadores?.

Por incrível que pareça, ainda dá tempo de salvar o planeta.

O que não podemos é ficar parados assistindo esta situação.

Até quando vamos submeter a natureza aos nossos caprichos?

O lançamento de esgoto "in natura" é uma realidade hoje em Lauro De Freitas, o Rio Joanes é uma vítima. Sua saúde, cidadão, pode estar em risco. Confira na seção de vídeos ao lado um documentário curto de 13 minutos que fala sobre o problema.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Conheça a primeira usina solar que gera eletricidade durante a noite!

Pessoal, atendendo ao nosso tema geral: Sustentabilidade, vamos aqui colocar uma novidade muito legal que pode revolucionar o ramo de energias alternativas, e de alguma forma, evitar o desperdício de certos resíduos sólidos, gerados com algumas matrizes energéticas, como carvão!


A crítica mais óbvia da energia solar é de que ela não funciona muito bem quando o sol se põe. A nova usina heliostática Gemasolar não tem esse problema, graças a um barril de sal fundido que a faz funcionar por 15 horas no escuro.
Mais de 2.600 espelhos dispostos de forma concêntrica na instalação do Gemasolar, em Sevilla, na Espanha, concentram a energia solar, enviando-a para um barril central com nitrato de sódio e nitrato de potássio, que são fundidos. Quando os raios convergem, eles superaquecem o sal a mais de 900 graus Celsius, fazendo com que a água ao redor do tanque ferva e mova as turbinas de vapor. Além disso, qualquer calor gerado além do necessário durante o dia é guardado junto com o sal em estado líquido. Funciona como uma gigantesca bateria térmica para mover as turbinas durante a noite e durante os dias de chuva — por até 15 horas sem nenhum raio de sol. No entanto, a região de Sevilla é uma das mais ensolaradas da Europa, então imaginamos que isso não acontecerá com muita frequência.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A história do e-lixo: O que acontece com a tecnologia depois que é descartada (parte 2)


[Parte 1]


Os números: De quanto e-lixo estamos falando?

Mas tem um porém – todo esse negócio de celulares não seria tão difícil de consertar se tantos deles não fossem parar no lixo. Uma vez descartado, o celular vai até o aterro local, onde é compactado, esmagado, triturado, e/ou incinerado até que tudo que tudo que um dia esteve guardado em segurança dentro dele seja jogado para fora e permaneça no ar, terra e água durante meses, anos e décadas.
E em grande quantidade, as coisas dentro de um celular – e nesse caso, da maioria dos eletrônicos – têm sido associados com problemas de saúde como câncer, defeitos congênitos, danos cerebrais e danos aos sistemas nervoso, reprodutivo, digestivo, linfático e imunológico. Mesmo os retardadores de chama à base de bromo que revestem a carcaça de plástico de muitos celulares, protegendo contra uma ignição acidental dos materiais dentro da carcaça, podem se tornar potencialmente tóxicos uma vez que a carcaça é comprometida.
Dito isto, um único celular jogado em um único aterro sanitário não é motivo de muita preocupação. Mas nós não estamos falando de um único celular. De quantos estamos falando? Bem…as Nações Unidas dizem que pelo menos 60% do total da população mundial tem pelo menos um. Pense sobre isso por um momento. Talvez ainda mais reveladores sejam os relatórios recentes que afirmam existir o gigantesco número de cinco bilhões de assinaturas de celular atualmente no mundo.
Agora, considere quantos desses usuários já estão em seu segundo, terceiro ou quarto aparelho e você vai começar a entender o problema. Mas a parte realmente assustadora? As estimativas mais confiáveis dizem que não mais do que 10 a 15 por cento de todos os celulares são reciclados. E esse cálculo só se aplica aos Estados Unidos. Não dá nem para imaginar como esse número varia em países onde a reciclagem é praticamente inexistente.
Basicamente, pode-se dizer com alguma certeza que literalmente bilhões de celulares foram descartados ao longo das últimas três décadas, os quais agora estão no processo de degradação.

O acumulo de tecnologia

Claro, celulares são apenas uma pequena parte de uma história muito maior – a história dos eletrônicos no final de seu ciclo de vida. A história do e-lixo.
Vamos dar uma olhada em alguns números. Existem nesse exato instante mais de um bilhão de computadores ao redor do mundo. Duzentos milhões de televisores foram vendidos apenas em 2009. Oito milhões de unidades de GPS foram compradas em 2008. Cento e dez milhões de câmeras digitais foram vendidas em 2009. A Apple vendeu 20 milhões de iPods apenas no primeiro trimestre do mesmo ano.
Na verdade, de acordo com um relatório de novembro de 2010 pelo instituto de ciências políticas Demos e escrito por Elizabeth Grossman (uma jornalista especializada em questões ambientais e de ciências e autora do “High Tech Trash”), existem três bilhões de produtos eletrônicos atualmente em uso apenas nos EUA. Isto é um aumento de 50% desde 2007 – e uma taxa de retorno de 400 milhões ao ano.
Claramente, estes são números surpreendentes, e certamente mais provas – como se precisássemos – que nós vivemos em uma sociedade descartável. Antigamente, um objeto eletrônico como um rádio de mesa podia muito bem manter seu lugar na casa por décadas. Não necessariamente porque era melhor e mais durável do que os rádios atuais – embora muitos digam que era – mas porque não havia uma tonelada de entretenimento doméstico e pessoal além do rádio. Além disso, a evolução ocorria em um ritmo muito mais devagar. Levava algum tempo para construir um rádio, e mesmo então havia apenas algumas poucas opções para melhorar. No final das contas, simplesmente não havia muitos motivos realmente convincentes para um consumidor mudar para um modelo mais novo.
Compare rádios antigos com, digamos, o mercado de televisões da última década. Primeiro, nós descartamos nossas TVs CRT pesadas e sugadoras de energia. (A tecnologia CRT, por sinal, é amplamente considerada como um dos piores impactos ambientais de todo o mundo de eletrônicos – cada tela guarda vários quilos de chumbo e grandes quantidades de materiais tóxicos como mercúrio, cádmio e arsênico.) Então nós seguimos com a maioria e aderimos às TVs de tela plana, mas logo depois descobrimos a felicidade de alta definição de verdade em 1080p. E muitos de nós mudaram de novo. Agora, para melhor ou pior, existem as 3DTV. Tudo isso em um período de dez anos.
Agora pense sobre o tempo que você mantém qualquer um de seus aparelhos eletrônicos modernos antes de passa-los adiante, ou porque eles estão quebrados ou mais provavelmente porque eles foram substituídos por algo mais rápido/melhor. Cinco anos? Dois? Tome o iPad como exemplo. Entre o lançamento do modelo original e o lançamento do seu sucessor, completo com uma estrutura mais fina, CPU aprimorada, câmeras e outras melhorias que os Apple maníacos adoram, passou-se apenas um ano. A Apple vendeu 15 milhões do iPad original. Mas agora, para muitos, eles estão obsoletos.
E não podemos esquecer – nem todos os produtos não utilizados são imediatamente descartados. Consumidores tendem a acumular coisas que não usam mais. Admita – quantos videogames antigos, celulares, laptops, TVs, câmeras, CD players, Walkmans, toca-discos, monitores reserva estão espalhados pela sua casa nesse momento porque você acredita ou que irá usá-los de novo algum dia (até parece), ou porque você simplesmente não sabe o que fazer com eles?
Existem muitas pessoas como você. Em um estudo de 2005 encomendado pela HP feito pela empresa de pesquisa de mercado Penn Schoen Berland, foi dito que 68% dos consumidores acumulam equipamentos de computador usados e indesejados em suas casas. Em 2008, um estudo da EPA sobre alguns eletrônicos selecionados que foram vendidos entre 1980 e 2007 – especificamente itens como televisores, celulares, computadores e periféricos, dispositivos de reprodução de imagens como impressoras e scanners– foi descoberto que mais de 235 milhões de unidades haviam acumulado em depósitos até 2007. Nós estamos dispostos a apostar alguns dólares que esse número aumentou substancialmente desde então, dado o grande número de dispositivos portáteis pessoais nos últimos anos.
                                                                                                                [Continuar lendo em: Gizmodo]

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

É assim que a cidade do rock trata seu lixo

 

Como todos sabem o Rock In Rio foi um evento de apelo mundial que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, conhecida também pelo seu imenso lixão Jardim Gramacho à céu aberto onde inúmeras pessoas "trabalham" tentando resgatar o que para muitos é lixo, materiais que poderiam ser reciclados caso a população o fizesse, e que tem um pequeno valor de mercado quando separados e vendidos à empresas de reciclagem. Este pequeno valor é o responsável pela subexistência de inúmeras famílias que vivem literalmente no lixo, realizando todas suas necessidades ali, como comer, dormir, se divertir, entre outros. É uma situação humilhante, numa cidade que recebeu uma focada atenção mundial por uma semana. Esta imagem provavelmente vazou. Mas não apenas por uma questão de imagem, mas pela dignidade destas pessoas, que acredito eu, ser o fator mais importante. É necessário que o governo e a população, não só do Rio, se mobilizem para que possamos solucionar este problema que afeta o meio ambiente e a população, e que a sociedade fecha os olhos.




Exibir mapa ampliado

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Bicicletas urbanas e outros projetos

Como um bom exercicio e sustentabilidade podem se juntar no mesmo lugar? clique e descubra


Maecio teve uma grande idéia, mas seu projeto nunca arrecadou os fundos necessarios, mesmo assim vale a pena dar uma olhada no que ele queria fazer e pensar.. porquê mesmo ele não conseguiu realizar seu sonho sustentavel? Falhamos em entende o ponto de vista dele ou talvez tenha outros interesses por trás? Confira:

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A história do e-lixo: O que acontece com a tecnologia depois que é descartada (parte 1)



O novíssimo tablet/smartphone/GPU que você comprou semana passada é super fantástico. Mas o que acontece com ele – ou com qualquer outro dispositivo que você já adorou – quando você não precisa mais deles? Para onde eles vão? Há alguma maneira confiável, “ecológica” de descarta-los? E será que um gadget eletrônico a mais em um aterro realmente afeta muito o meio ambiente?


Como você verá nos parágrafos a seguir, existe um monte de coisas para não gostar da maneira que nós lidamos com nossos eletrônicos antigos e abandonados. Nós jogamos fora uma grande parte deles. Nós reciclamos uma parte, mas mesmo o maquinário por trás da reciclagem tem defeitos e nós estamos apenas começando a entender os perigos que vem dos materiais perigosos que estão dentro. As mudanças estão acontecendo, mas a evidência de um passado e presente apático, assim como o e-lixo, está acumulando.

O colapso: O que está dentro de seus eletrônicos

Vamos começar do básico olhando um dos mais onipresentes gadgets eletrônicos dos dias de hoje, o celular ou smartphone. Apesar de não haver evidências válidas que sugerem que o uso prolongado de celulares irá causar tumores no cérebro – apesar de todo o hype para falar o oposto – o celular está muito longe de ser ecológico. Na verdade, ele guarda um monte de coisas que você certamente não iria querer colocar na sua comida. Coisas como cobre, ouro, chumbo, níquel, antimônio, zinco, berílio, tântalo, arsênico, mercúrio e columbita-tantalita (falaremos mais sobre esse último daqui a pouco), entre outros.
Enquanto a maioria desses materiais fazem parte do item acabado, outros exercem uma função crucial no processo de produção e permanecem a bordo depois. Alguns são encontrados nas placas de circuito, outros na tela. Ou na bateria. Ou nos fios ou nas soldas que passam por todos os citados. E não vamos esquecer-nos da cola que mantém grande parte das entranhas juntas. Ou a embalagem, que em vários casos é a pura definição de excesso. Ou a carcaça de plástico, que contém petróleo bruto, gás natural e outros produtos químicos.
Imagem cortesia de Chris Jordan

Também geralmente nada ecológicos são os métodos para adquirir alguns dos “ingredientes”. Columbita-tantalita, por exemplo, um elemento essencial na produção de capacitores para celulares, é atualmente o assunto de muitas controvérsias. A maior parte da columbita-tantalita é minerada na República Democrática do Congo, onde organizações dos direitos humanos alegam que pessoas que os mineram vivem e trabalham e condições deploráveis, sobrevivendo com menos de U$1000 por ano e fazendo escavações subterrâneas sem equipamentos de segurança ou suprimentos de ar adicionais. Organizações de direitos dos animais alegam que a população regional de gorilas é afetada de duas maneiras – pela escassez de alimentos nas zonas de mineração e porque alguns são usados como carne para alimentar os mineiros. Acrescente a tudo isso a ONU, que diz que a maioria das partes envolvidas na mineração e na venda da columbita-tantalita também estão envolvidas na guerra civil local. Não é exatamente um cenário perfeito de preocupação com o meio-ambiente.


[Parte 2]
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Colégio Perfil tomando atitudes sustentáveis


O Colégio Perfil já está no caminho da sustentabilidade. Além de suas estações de reciclagem do lado de fora do colégio, também há conscientização dentro da estrutura, além de lixos específicos para cada material. despejado.

Enchentes causadas por excesso de lixo em bueiros


O excesso do acúmulo de lixo em Lauro de Freitas se torna um problema quando chega a época de chuvas. Todos estes dejetos impedem a drenagem da água para os esgotos, causando enormes enchentes nas ruas.


Moradores revoltosos usam a ironia para apontar falta de projetos públicos de limpeza das ruas, que poderiam solucionar o problema das enchentes.

Quem quer dirigir o New Beetle movido a cocô?



70 “números dois” são o bastante para mover esse New Beetle por um ano. Agora se você vai querer andar em um carro com um adesivo escrito “Movido por sua própria sujeira!” já é uma discussão completamente diferente.
O Bio-Bug (que por aqui possivelmente ficaria conhecido como Besouro Rola-Bosta) fará um tour pelas ruas de Bristol, na Inglaterra, no próximo ano, como parte de uma campanha para conscientizar a população sobre questões ecológicas.
O gás metano já é usado na Suécia para substituir a gasolina, com cerca de 11.500 carros rodando a base de gases naturais. [via Gizmodo]

Projeto Sustentabilidade

Sustentabilidade, um assunto que gera muita polêmica por onde passa.. Pessoas falando que temos que ser mais sustentáveis, outras não ligam muito, tem até quem queira destruir um ambiente sustentável. Mas, como bem sabem, sustentabilidade é coisa séria, então o Colégio Perfil criou este projeto, para não só conscientizar, mas também pôr em prática atos sustentáveis.

Este blog tem como função primária informar e divulgar a culminância do projeto do 2º ano C do Colégio Perfil, que vai ser realizada na própria escola, estão todos convidados para ver as exposições. O tema da sala é resíduos sólidos, portanto postaremos conteúdo, dicas e noticias sobre o sistema de saneamento em geral e de Lauro de Freitas.

Bem, é isso por enquanto e até a próxima!